Participe... convide todos os parentes venha prestigiar esse grande momento

Inspirado no modo simples e alegre de viver a vida, caracteristica marcante das familias italianas, o encontro festivo tem por objetivo resgatar as origens italianas a saga dos imigrantes e dos antepassados, a valorização da familia e, principalmente, a importancia da confraternização, dos encontros, dos bate-papos informais e da convivência harmoniosa das pessoas.

Esse ano, estamos comemorando os 139 anos da imigração italiana no Brasil e os 135 anos da imigração italiana em Santa Catarina.
A superação dos imigrantes frente as adversidades encontradas na terra desconhecida, nos motiva a manter viva a história deste povo bravo e guerreiro.

Não nos esqueçamos nunca que somos uma única família espalhada pelo mundo.

"Que coisa entendeis por uma nação, Senhor Ministro? é a massa dos infelizes? Plantamos e ceifamos o trigo, mas nunca provamos pão branco. Cultivamos a videira, mas não bebemos o vinho. Criamos animais, mas não comemos a carne. Apesar disso, vós nos aconselhais a não abandonarmos a nossa pátria? Mas é uma pátria a terra em que não se consegue viver do próprio trabalho?"
(resposta de um italiano a um Ministro de Estado de seu país, a propósito das razões que estavam ditando a emigração em massa)

A imigração italiana no Brasil teve como ápice o período entre 1880 e 1930. Segundo dados da embaixada italiana no Brasil, vivem no País cerca de 30 milhões de descendentes de imigrantes italianos. Os ítalo-brasileiros estão espalhados principalmente pelos estados do Sul e do Sudeste do Brasil, quase metade no estado de São Paulo. Em Santa Carina são 3 milhões de italianos. Assim, os ítalo-brasileiros são considerados a maior população de oriundi (descendentes de italianos) fora da Itália.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Joaçaba sediará o próximo encontro


O XIV encontro da familia Volpato acontecerá  em Joaçaba no meio oeste catarinense. A todos os parentes que não tiveram a condição de participar da festa, em 2014  terão outra oportunidade.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Baile de Máscara

Grupo Folclórico

Apresentação do grupo folclórico de Nova Trento - Um espetáculo, um Showwww.....
A fim de resgatar, preservar e divulgar a tradição e a cultura italiana, o Grupo folclórico de Nova Trento busca resgatar toda a beleza e riqueza do folclore italiano através de danças típicas de várias regiões da Itália. Em suas apresentações, sempre alegres e contagiantes, o Grupo procura mostrar em cada passo e em cada coreografia os costumes desta vasta cultura italiana que está presente no nosso dia-a-dia.

O clima de total descontração, alegria, informalidade, amizade, integração, união e confraternização marcam o XIII encontro família Volpato em Florianópolis.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Mapa da festa

Como chegar até o local do festa. Veja  o Mapa
Do Centro até a rotatoria da praia de Canasvieiras (pela rod. SC 401) - na rotatoria, dobre a direita em direção a Cochoeira do Bom Jesus (2 km de distancia até a sede do evento) Clik no mapa para ampliar.

quinta-feira, 22 de março de 2012

informação aos parentes

A comissão organizadora informa a todos os parentes que participarão da festa, para  providenciarem com a maior brevidade possivel a reserva e o pagamento das refeições e camisetas. Isto se faz necessário para que possamos definir os contratos com os fornecedores.Para maiores informações contatar o Sr.  Flávio Volpato,  através do email -flavio.volpato@hotmail.com.

a comissão organizadora da festa

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA O ENCONTRO DA FAMILIA VOLPATO

Prezados parentes, segue abaixo o link onde poderão obter a cópia da ficha de inscrição para participar do XIII encontro da familia Volpato a ser realizado em Florianópolis no periodo de 21 e 22 de Abril de 2012. É só clikar...

https://docs.google.com/document/d/1BS4Ik-DeMPgqnMCHWXXPtm5Y7MI-ingZtEaJrLv_PAY/edit

XIII Encontro da Família Volpato - Inscrições Abertas

QUERIDOS FAMÍLIARES,

É com grande satisfação que relembramos do Xlll encontro da família Volpato, a ser realizado em Florianópolis-SC, nos dias 21 e 22 de Abril de 2012. Nossa família possui um blog(http://familiavolpato.blogspot.com/), no qual estamos divulgando o nosso tão esperado encontro.
Para os parentes que ainda não receberam a ficha de inscrição, poderão obter através do link abaixo, ou  solicitar, diretamente  junto a comissão organizadora do evento. 
https://docs.google.com/document/d/1BS4Ik-DeMPgqnMCHWXXPtm5Y7MI-ingZtEaJrLv_PAY/edit
Após preenchida, a ficha de inscrição deverá ser enviada  até o dia 30/03/2012, por fax (48) 32244253, ou escaniada para o email: Flavio.volpato@hotmail.com. O numero da conta para depósito é: conta: 10.559-7, agência :4772-4 banco do Brasil. Em nome de Flávio Volpato, trazer os originais do depósito no dia do evento.
Pedimos a gentileza, se possível, de fazer a sua inscrição com antecedência para que possamos ter uma previsão do numero de inscritos.
Pedimos que divulguem o encontro com os demais parentes, que não receberam correspondência, inclusive por email, e que estes mandem seus endereços para anexarmos a lista.

Valor de cada refeição ( jantar dançante/ almoço).
Crianças de 0 a 5 anos: não pagam.
6 a 10anos: R$ 20.00
Adultos: R$ 45.00.
Bebidas não incluídas.
Camisetas opcional : R$ 20.00, favor informar na ficha de inscrição o tamanho.

Sugestões de hotéis: Hotel Residencial Bom Jesus da Praia - (48) 3266-1708
Hotel Praias Brancas Resort - (48) 3284-5699 -
Marina's Cachoeira Hotel (48) 3266-0001 / 3266-0271
Hotel Torres da Cachoeira (48) 3231-9800
Costa Norte Ponta das Canas - (48) 3261-0800
Hotel Parador da Cachoeira - (48) 3261-4400 / Fax 3284-8651
Apart Hotel La Alhambra (48) 3284-8921
Cachoeira Praia Hotel (48) 3284-5062
Hotel Diplomata Sede Campestre - (48) 3284-5907
Hotel Costa Norte Cachoeira Florianópolis (48) 3284.1311
Tropicanas hotel (48) 32661976.

A FAMÍLIA É COMO UM OÁSIS NO DESERTO DA VIDA. É NELA QUE SACIAMOS NOSSA SEDE DE AMIZADE, ORIENTAÇÃO E ACONCHEGO.
Sua presença é muito importante para o bom êxito do nosso tão esperado encontro.

A comissão os espera de braços abertos, para mais esta confraternização.


Venha e divirta-se.
Os organizadores.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2012

QUE AS LUZES DESTE NATAL ILUMINEM O CAMINHO QUE IREMOS PERCORRER CADA DIA DO ANO VINDOURO.   
QUE NO ANO NOVO TRIUNFEM A FELICIDADE, A ALEGRIA A SAUDE A FRATERNIDADE, A PAZ E O AMOR.
DESEJAMOS A TODOS OS PARENTES E SEUS FAMILIARES UM FELIZ NATAL E QUE 2012 SEJA UM ANO PRÓSPERO, DE MUITA PAZ E DE MUITAS REALIZAÇÕES... FELIZ NATAL E SUCESSO A TODOS!
FAMILIA VOLPATO

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO A TODA FAMILIA VOLPATO



NATAL! Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações. É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui. Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia. O Natal é um dia festivo e esperamos que o seu olhar possa estar para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro do seu coração. Que neste Natal você e sua família sintam-se mais fortes ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade. Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz. Teremos outras 365 oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes. Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último. Que queremos renovação e buscaremos os grandes ilagres da vida a cada instante. Todo Ano Novo é hora de renascer, de viver de novo. Aproveite este ano que está por chegar para realizar todos os seus sonhos !!!
São dos votos dos organizadores do encontro
 

Maria Volpato Secchi (48) 3246-2427/e-mail: mariavolpatosecchi@yahoo.com.br
Márcia Volpato (48) 3233-3770/e-mail: marcia_volpato@yahoo.com.br
Flávio Volpato (48) 3333-4051 email: flavio.volpato@hotmail.com
Luciano e Andréia Volpato (48) 9965-1270 email: andreasecchi1979@hotmail.com
Nelcy Volpato (48) 3244-9004/e-mail: nvolpato@mp.sc.gov.br
José e Sônia Volpato (48) 3222-4137/e-mail: josevolpato@yahoo.com.br
XIII Encontro da Família Volpato, a ser realizado na cidade de Florianópolis/SC, em 21 e 22 de abril de 2012
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO !!!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Foto do X encontro da familia Volpato em Bento Gonçalves/RS

Se algum parente tiver fotos dos encontros anteriores, por gentilieza nos encominhe que estaremos publicando no blog.
A comissão organizadora

terça-feira, 6 de setembro de 2011

1ª Carta informativa da comissão organizadora do XIII Encontro da Família Volpato – Versão Florianópolis/SC


 Queridos familiares e parentes,

É com grande satisfação que convidamos a todos para participarem do XIII Encontro da Família Volpato, a ser realizado na cidade de Florianópolis/SC, no periodo de 21 a 22 de abril de 2012.
Oportunamente serão divulgados neste Blog toda a programação do encontro, bem como a relação dos hotéis localizados próximo ao evento.

Lembramos que a nossa festa é uma oportunidade única para que possamos reencontrar os nossos parentes e familiares e assim compartilhar juntos momentos agradabilíssimos.
Desta forma, solicitamos a todos que nos ajudem a divulgar o nosso Encontro para que ele possa ser, em todos os sentidos, um grande um sucesso.

Abaixo segue o nome e o contato da equipe organizadora do encontro. Quaisquer dúvida, o grupo estará à disposição para maiores esclarecimentos.

Maria Volpato Secchi (48) 3246-2427/e-mail: mariavolpatosecchi@yahoo.com.br
Márcia Volpato (48) 3233-3770/e-mail: marcia_volpato@yahoo.com.br
José e Sônia Volpato (48) 3222-4137/e-mail: josevolpato@yahoo.com.br
Flávio Volpato (48) 3333-4051/e-mail: flavio.volpato@hotmail.com
Nelcy Volpato (48) 3244-9004/e-mail: nvolpato@mp.sc.gov.br
Luciano e Andréa Volpato (48) 9965-1270 e-mail: andreasecchi1979@hotmail.com

Forte abraço a todos e desde já, muito obrigado!

A comissão organizadora
Venha e Divirta-se!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Praia da Cachoeira do Bom Jesus - Norte da Ilha - Florianópolis

Este é o balneario que abrigará a XIII Encontro da Familia Volpato a ser realizado em Florianópolis nos dias 21 e 22 de abril de 2012.
Praia da Cachoeira do Bom Jesus - Norte da Ilha de SC - Florianópolis fica situada ao lado de Canasvieira.

Imagens da Associação que sediará o XIII encontro da familia Volpato

Jardim da associação dos Magistrados, na Cachoeira do Bom Jesus
Jardim
Piscina
Portal de entrada da Associação

sábado, 7 de maio de 2011

LOCAL DO XIII ENCONTRO DA FAMILIA VOLPATO


A comissão organizadora do XIII encontro da familia Volpato já definiu o local do evento. O encontro, que acontecerá em Florianópolis no periodo de 21 e 22 de abril de 2012, será realizado na Associação dos Magistrados de SC localizada no Norte da ilha na praia da Cachoeira do Bom Jesus cito a Rua Dep Otacílio Costa, 38

terça-feira, 3 de maio de 2011

A IMIGRAÇÃO ITALIANA - VALOROSA CONTRIBUIÇÃO PARA O ENGRANDECIMENTO DO BRASIL


"Per questo fummo creati:
Per ricordare ed essere ricordati."
(Poema di Natale - Vinicius de Moraes)

Muitas publicações tratam sobre a grande imigração ocorrida a partir de 1875 para as Américas. Que fatores levaram o povo italiano a isto? O artigo visa mostrar alguns pontos decisivos para essa imigração em massa e é parte de uma pesquisa de 30 anos por parte da autora que busca seus
ancestrais italianos.

A unificação italiana foi um dos principais fatores para esta grande leva de italianos que aportaram neste continente. Em 476 d.C., o Império Romano foi dissolvido fazendo com que a Itália ficasse dividida em várias unidades políticas (regiões) independentes entre si. Em 1815, após o Congresso de Viena, estas regiões passaram a ser dominadas por austríacos, franceses e pela própria Igreja Católica. Os reinos e ducados das regiões da Lombardia-Veneza, Toscana, Parma, Modena e Romagna estavam sob o domínio austríaco. O Reino das Duas Sicílias pertencia à dinastia francesa dos Bourbon. O Reino do Piemonte-Sardenha era autônomo, governado por um monarca liberal e os Estados da Igreja pertenciam ao Papa.


No início do século XIX, devido ao desenvolvimento industrial, o norte da Itália passou por transformações sociais e econômicas, fazendo com que várias cidades italianas do norte crescessem e o comércio se intensificasse.

Em 1848, ocorreu a primeira tentativa de unificação, com a declaração de guerra à Áustria pelo Rei Carlos Alberto, do Reino do Piemonte-Sardenha. Vencido, o rei deixou o trono para seu filho Vítor Emanuel II, em cujo governo o movimento a favor da unificação da Itália foi liderado pelo seu primeiro-ministro, o Conde de Cavour. Apoiado pela França, em 1859, Cavour deu início à guerra contra a dominação austríaca. Conseguiu anexar ao reino sardo-piemontês as regiões de Lombardia, Parma, Modena e Romagna.

Outros grupos também lutavam pela unificação, com a intenção de transformar o país em uma República. Mazzini e Garibaldi foram os líderes mais conhecidos desta corrente. Em 1860, Guiuseppe Garibaldi alia-se a Cavour e, liderando um exército de mil voluntários, conhecidos como camisas vermelhas, ocupou o reino das Duas Sicílias, afastando do poder o representante da dinastia dos Bourbon, Francisco II. Em março de 1861, dominando quase todo o território italiano, Vítor Emanuel II foi proclamado Rei da Itália.

É importante deixar claro que a Unificação Italiana ocorreu apenas alguns anos antes da grande emigração para as Américas, especialmente para o Brasil, e não foi de modo algum um movimento único. A Unificação acontece em 1861, mas Veneza só foi anexada em 1866, Roma em 1870. A região de Trento só foi incorporada à Itália Unificada após a 1ª Guerra Mundial em 1919 e a questão dos Estados Pontifícios só foi resolvida em 1929 com a assinatura do Tratado de Latrão, no governo fascista. Por isso, a capital do Reino da Itália de 1861 até 1866 foi Turim, depois Florença (1866 até 1870) e, só então, Roma.


Ainda na década de 60 do século XIX, antes de concluída a unificação, a supressão das alfândegas regionais, a oferta de produtos industriais a preços reduzidos e o desenvolvimento das comunicações haviam destruído a produção artesanal, atingindo os pequenos agricultores, que complementavam as suas rendas com o artesanato familiar ou o trabalho em indústrias artesanais existentes no campo. A unificação alfandegária impôs a toda a Itália o sistema alfandegário da Sardenha, que tinha as taxas mais baixas, e fez com que as economias regionais, que eram mais ou menos fechadas e até então conseguiam manter certo equilíbrio, sofressem um violento baque. A disparidade econômica do Norte, que se industrializou mais cedo, e do sul, predominantemente agrícola, agravou o quadro econômico do país.

O governo italiano passou a tomar medidas impopulares, pois estava preocupado em obter recursos para a realização de obras públicas - devido a isto, criou o imposto sobre a farinha, que atingia duramente a classe mais pobre.

Contudo, a unificação política e aduaneira impulsionou a industrialização, intensificada no período de 1880-1890. O Estado reservou a produção de ferro e aço para a indústria nacional, favorecendo a criação da siderurgia moderna que se concentrava ao norte e era protegida pelo Estado. Mas sua produção não era suficiente, o que passou a exigir importações. A indústria mecânica cresceu mais depressa, especialmente as de construção naval e ferroviária, máquinas têxteis e principalmente motores e turbinas. A partir de 1905, a indústria automobilística de Turim conseguiu excelentes resultados.

O problema mais grave estava na total concentração do processo de crescimento no norte, enquanto o sul permanecia agrário. Esta situação econômica fez com que houvesse uma crise na Itália durante o período final do século XIX. O norte foi a primeira área a ser atingida, pois ali começou a se desenvolver a industrialização, deixando os agricultores que complementavam sua renda com o trabalho artesanal sem emprego e sem ter mercado para seus produtos. Por isto, o norte da Itália forneceria as primeiras grandes levas de emigrantes, e o sul só viveria o processo de emigração mais tarde, principalmente a partir do início do século.

Também a aplicação de formas administrativas do Reino de Savóia provocou com o tempo o agravamento das diferenças já existentes entre as regiões da Itália, criando as condições para um grande movimento migratório de classes rurais para os países das duas Américas entre o fim do século XIX e o início do século XX, quando muitos milhões de italianos emigraram. A emigração era a única saída em face ao desemprego e a miséria; além disto, as colônias agrícolas existentes no Brasil eram o grande atrativo para os italianos famintos, sem emprego, sem lar... a igreja, incentivava seus fiéis a conhecerem a nova terra, o paraíso.

Em 1902, por meio do decreto Prinetti, que refletia o debate provocado pela migração, foi proibido pelo Comissariado Geral da Emigração na Itália a emigração subvencionada para o Brasil.

Uma leva de imigrantes italianos aportaram nos Estados Unidos, Argentina, Uruguai e especialmente no Brasil, cujo destino seriam as fazendas de plantação de café no interior de São Paulo; o recebimento de lotes de terra e fundação de colônias no Sul; construção de ferrovias e colônias agrícolas em outros estados, sem contar que entre tais imigrantes (a maioria sem instrução), artistas, engenheiros, arquitetos vieram aportar aqui.

A imigração italiana é um capítulo da história rico em experiências sofridas, ao mesmo tempo escasso em informações legadas aos descendentes: os navios que chegavam aos principais portos (Vitória, Rio de Janeiro, Santos e Rio Grande) não forneciam em suas listagens as cidades de origem. Para os italianos, não importava muito deixar isto registrado, como um legado para gerações futuras... Eles estavam começando a construir um novo Brasil, no processo de substituição do trabalho escravo dos negros pelo trabalho livre do europeu. .

Com a lei de terras de 1850, cessou a distribuição gratuita de lotes para os imigrantes, despertando interesse da iniciativa privada. Isso fez com que, ao lado das colônias imperiais e provinciais, surgissem colônias particulares, como as de Conde d’Eu e Dona Isabel, na região onde atualmente estão localizados, os municípios de Garibaldi e Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul. Estas colônias foram criadas em 1870, antes que se iniciasse o processo de imigração italiana no estado e com o objetivo de que quarenta mil colonos italianos fossem contratados num prazo de dez anos para ali se estabelecerem e aumentarem a produção agrícola da região. Dificuldades como uma prevenção generalizada contra o Brasil por parte da Europa, onde o Brasil era visto como um país onde imigrantes sofriam provações, bem como o custo do transporte dos imigrantes até as colônias, fizeram com que apenas um número menor de colonos italianos fossem realmente assentados .

Foi a partir de 1875, sob a administração da União, que chegaram as primeiras levas de italianos para Conde D'Eu e Dona Isabel. Essas primeiras levas vieram das regiões do Piemonte e Lombardia, e depois do Vêneto. Desta maneira, assim, quando começou a emigração do Sul da Itália, em 1901, as terras disponíveis já estavam quase que totalmente ocupadas e, por isso, no Rio Grande predominaram os italianos vindos do norte.

No Rio de Janeiro, era na Ilha das Flores que atracava a maioria dos grandes navios com imigrantes italianos, para que estes permanecessem de quarentena, a soberana Maria Teresa Cristina de Bourbon, natural de Nápoles, esposa do Imperador D.Pedro II, estimulou a vinda de imigrantes ligados ao comércio e as artes.

Não apenas São Paulo e estados do sul do país receberam imigrantes italianos mas também Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e algumas cidades no norte e nordeste. Muito se tem a falar e pesquisar sobre imigração italiana... os italianos são um povo valoroso que contribuiu para o crescimento e engrandecimento de nosso país.
( por Leila Ossola)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Origem do sobrenome Volpato



Volpato, Volpatti, Volpato, volpatto ou Volpat sembra essere unico ed è probabilmente dovuto ad un errore di trascrizione di Volpato, Volpati sembrerebbe specifico del pavese, zona di Vigevano e Cassolnovo, Volpato è decisamente veneto, soprattutto dell'area che comprende le province di Venezia, Padova, Treviso e Vicenza, Volpatti, tipicamente friulano, di San Giorgio della Richinvelda (PN) e di San Martino al Tagliamento (PN), Volpatto invece sembra tipico del torinese, di Settimo Torinese in particolare, dovrebbero derivare da soprannomi dialettali stanti spesso ad indicare il figlio o i figli della Volpe inteso sia come cognome che come soprannome o anche da soprannomi derivanti dal vocabolo dialettale piemontese.

Fonte: http://www.cognomiitaliani.org/cognomi/index.html

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Influencia do processo migratório para o Brasil

O processo imigratório foi de extrema importância para a formação social, econômica e cultura brasileira. Esta, foi, ao longo dos anos, incorporando características dos quatro cantos do mundo. Basta pararmos para pensar nas influências trazidas pelos imigrantes, que teremos um leque enorme de resultados: o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs, as doutrinas japonesas e muito mais. Graças a todos eles, temos um país de múltiplas cores e sabores. Um povo lindo com uma cultura diversificada e de grande valor histórico.
Fonte: Adilsom Sergio Benedetti

La Mérica - Hino da imigração italiana

Musica que marcou a longa cominhada do imigrantes a América

sábado, 4 de dezembro de 2010

Causas da Imigração Italiana

A partir de 1860 ou 1870, no alvorecer da revolução industrial e política na Europa, as transformações correm rápidas: os capitais começam a se concentrar, gradualmente novas tecnologias são introduzidas, a mão-de-obra já não encontra mais alocação remunerada, os impostos sobem, a divisão da terra em decorrência de processos hereditários passa a tornar a pequena propriedade improdutiva. Chega-se a um ponto, lá por 1880, em que cresce desproporcionalmente o número de famílias sem condições de subsistir, porque já não dá mais para funcionar como outrora, ou seja, cultivar lavouras de trigo, uva, azeitona, arroz, milho, como faziam os avós  e vender aquela produção localmente para manter a família. O preço dos gêneros alimentícios cai, os impostos se multiplicam, os quinhões de terra são reduzidos, finalmente surgindo o ameaçador espectro da falta de trabalho e da miséria. Dito de outro modo, o avanço da miséria na Itália paradoxalmente acompanha a concentração de capitais, as inovações tecnológicas, as novas relações internacionais e a pungente intensificação do sentimento nacional. O país acaba de se descobrir, os fogos de artifício mal iluminaram a cúpula do Duomo de Milão, recém-içada foi a bandeira tricolor e arriada a austríaca, e a fome e a depressão rapidamente começam a se espalhar. Que efeito gerará esse paradoxo sociológico? A massa rural procurará vender trabalho em outras praças, de início, como se sabe, na construção de obras faraônicas, como a abertura do canal de Suez, ou na construção de estradas de ferro na Inglaterra, na Escócia, na Alemanha e na França. Mas as distâncias não tardarão a se ampliar.

Essa, e precisamente essa, é a dor dos italianos: na hora em que falta pão a pátria não lhes dá cobertura, e, indiferente, permite friamente que partam. Pode-se até dizer que os expulsa, já que deles não se ocupa na hora do desespero e os abandona à própria sorte. E ainda mais: com bases nos estudos históricos aqui apenas mencionados, é de supor que interessasse à pátria esse descomunal êxodo, visto que no seu avesso descobriu-se um vigoroso processo de geração de renda no exterior. Em termos junguianos, essa seria a sombra do processo migratório: o que parece apenas "pena", ocultamente é lucro.
fonte: Roberto Gambini

domingo, 28 de novembro de 2010

Entre em contato com a equipe organizadora do evento

Se você tem alguma história ou fato relavante sobre a migração italiana nos encaminhe que publicaremos.
Também gostaríamos de receber críticas e sugestões que possam nos ajudar a promover um grande encontro da família Volpato.

História da migração italiana no sul do estado de Santa Catarina

De Treviso partem no final do ano de 1883 os dois irmãos Volpato, Jacinto e Angelo com suas respectivas famílias. Dos apegos dos mais velhos ao solo pátrio, das discusões em família, dos conselhos de amigos à decisão. Providenciam os passaportes, vendem ou fazem doação dos poucos pertences. Em caixas e baús são colocados livros, quadros religiosos, roupas e sementes. Há despedida dos parentes e benção do pároco na estação do trem, com promessas de voltar a ajudar os que ficam. De trem viajam ate o Porto de Genova e embarcam no Nairo Screira, sendo alojados nos porões (terceira Classe).
Neste ambiente convivem com os enjôos do mar, doenças e epidemias mortíferas. Assitem a morte de dezenas de pessoas que são jogados ao mar e vêem órfão e viúvas sozinhos rumarem ao desconhecido. Depois de semanas de enjôo de comida racionadas, desembarcam pálidos e fracos no Rio de Janeiro. São todos alojados em Galpões onde são passados vistos nos passaportes, feito exames médicos e vacinados. Seguem para Santos onde desembarcam os que se destinam as fazendas de café. Em Santos Tereza Volpato, filha de jacinto Volpato desembarca sob o olhar comiserado dos outros que se destinavam para o Sul, sendo que esses jamais saberão notícias suas. De Santos os Volpatos seguem para Santa Catarina, com a duração em média 5 dias. Chegando no Desterro Jacinto Volpato e Filomena Targato Volpato são obrigados a desembarcarem pois ele esta muito doente (vai falecer nesse local e ela irá ao encontro da família). A família Volpato segue num vapor para Laguna onde sem destino ficam com outras famílias vários dias parados. De canoa vão ate Gravatal; deposi a pé. Chegam no costão da serra e se fixam em Ilha Grande (Grão Pará). Ali deparam com a floresta virgem, com a falta de caminhos e com o habitante natural da terra: o índio.
No Inicio de 1883 tinha sido inciado a venda de lotes na colônia de Grão Para pelo diretor da mesma, Charles Mitchel Leslie, emcarregado da colonização das terras do patrimônio Dotal da Princesa Dona Isabel.
Os imigrantes constatam que as terras não são tão férteis como se propagava, acomodam-se nos ranchos provisórios (pau-a-pique) construído pela empresa e vivem as privações e os desalentos do período de nossa história. A empresa auxilia os moradores, alimentando-os a primeira colheita, que somando com a passagem deverão reembolsa-lá no prazo de 5 anos com juros. A base de alimentação é a polenta pois não estão acostumadas com o charque e a farinha de mandioca. Após fazerem as derrubadas das matas plantaram milho, feijão e mandioca. Por volta de 1895 Etienne Stanviarski, novo Diretor da empresa de terras e colonização de Grão Pará aconselhou seus amigos a se retirarem deste lugar devido a pobreza do terreno e ao perigo dos índios.Quase todos so moradores saíram de lá indo para Rio das Furnas, Orleans, São Paulo, Urubici. Saindo de Grão Pará, Antonio Volpato fixa-se no Lado da União, Fernando Volpato muda-se para Orleans. Cipriano Volpato, Aparizio Volpato e Vitório Volpato rumam para Rio das Furnas, onde adiquirem mais ou menos 50 hequitares de terra, ampliando posteriormente. A família Volpato em Rio das Furnas (hoje centro) constrói uma casa de pau -a- pique onde se instalam. Inicialmente preferiam fazer as roças nos morros por que derrubavam os paus e eles rolavam até embaixo, sendo que a madeira era quase toda perdida. Os irmãos Volpatos em 1899 já tem uma serraria em construção. Em 1910 Cipriano Volpato já possui uma fabrica de banha e uma casa de comércio. Carne, banha e feijão eram produtos levados em carros de boi ate a estação ferroviária de Orleans. Com a separação dos bens, Aparizio Volpato ficou com uma propriedade no Rio Minador, onde mantará posteriormente uma serraria; à Vitório Volpato é concebido uma propriedade eu Rio Glória; Cipriano Volpato permanece em Rio das Furnas. No ano de 1913 Orleans conseguiu sua autonomia mundial e cria um Distrito para atende o interior, sendo Rios das Furnas, que era o único povoado. O primeiro delegado é Cipriano Volpato. Ele também perticipa de uma comissão que em 1917 foi para Florianópolis pedir para Vidal Ramos a construção de uma estrada que ligasse Grão Pará a Orleans, passando por Rio das Furnas. Houve em seguida eleições, o governo foi derrotado e Hercílio Luz mandou abrir a estrada de Barra do Norte a Aiurê protegendo Tubarão. Em 1926 o Distrito de Rio das furnas passa para Grão Pará. O comércio fracassou sem os meios de comunicação.
Aquiles Volpato monta uma fecularia, produzindo goma para vender, vendendo após alguns anos. Mário Volpato constrói um engenho de farinha vendendo sacos de 50 kg própria para exportação. É quase na mesma época que monta uma atafona. Em 1955 adquiri uma casa de comércio. Dos filhos de Mário Volpato 4 seguiram a tradição da família e adquirem casas de comércio.
FAMILIA DE JACINTO VOLPATO E
FILOMENA TARGATO

CIPPRINAO GIUSEPPE E FRANCISCA BUSSULO - Filhos: Jacinto e Olivia Alberton, Pascoal e Madalena Guizoni, Mario e Ana Ceolin, Afonso e Otilia Gesser, Aquilis e Ana Buss, Lauro e Ana Redivo.

APARIZIO E ANGELINA COAN - Filhos: Evilázio e Izaura Beltrame, Carlos e Cecília Becker, Estevão e Marta Einsen, Artur e Santa Forunato, Agostinho e Pasqualina Perin, Felix e Ida Junkes.

FERNANDO E VOTÓRIA BUSSULO - Filhos: Ida, Otília, Santina, Roberto e Ilanda Bresciani.

ANTONIO E ELISA CORDIOLI - Filho: Gregório e Ursolina, Fortunato e Veronica Wenke, Virginio e Ana Ceolin, Luiz e Lucia Schultz, José e Rosalina Della Giustina, Salvato e Nilz Niehues, Santo e Valda, Otávio.

VITÓRIO E ANGELINA - Filhos: Lovergilio, Erminio e Maria Alberton, Irineu e Anastácia Heinsen, Antonia.

ANTONELLO E MARIA MAGANIN - Filhos: Elizeu e Maria Morgan, Oscar e Santina Baggio, Benjamin e Maria De Bona, Candido e Maria Finder.

FAMÍLIA DE ANGELO VOLPATO
E CLEMENTINA TARGATO

LUIZ E MARIA DELLA GIUSTINA - Filhos: Ambrosio e Beatriz Debiasi, André e Maria Flor, Evaristo e Maria Kurten, Jocondo e Nair Buss, Agapito e Veronica Muerer.

DOMINGO CATERINO E TEREZA BUSSULO - Filhos: Angelo e Jacomina Della Giustina, João e Augusta Della Giustina, Ebrão e Ana Coan, Arcanjo e Julieta Heinsen, Marcos e Augusta Coan.

PIETRO E ELISA DELLA GIUSTINA - Filhos: Agostinho e Margarida Beltrame, Francisco e Adelina Becker, Brais e Maria Canselier.

fonte: Instituto Cultural Padre Vittorio Pozzo - Orleans / SC